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11/04/2010

Portishead – Dummy





Dummy, lançado em 1994 foi álbum de lançamento da banda britânica Portishead que inicialmente contava com o vocal marcante de Beth Gibbons, as letras e samples de Geoff Barrow (ex-Massive Attack) e as guitarras com grande influência no jazz de Adrian Utley. Deste primeiro álbum podemos destacar as faixas “Sour Times”, “Numb”, e a mais conhecida, “Glory Box”.


  1. Mysterons
  2. Sour Times
  3. Strangers
  4. It coud be sweet
  5. Wandering star
  6. It’s a fire
  7. Numb
  8. Roads
  9. Pedestal
  10. Biscuit
  11. Glory box
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Steel Pulse - Rage And Fury




Surgindo nos anos 70 o Steel Pulse é hoje uma das principais bandas do cenario Rasta, com uma uma presença de palco marcante de David Hinds (um dos fundadores da banda), alia nova e velha escola de uma jeito bem original, com certeza umas das melhores sonoridades do reggae. Pedrada!


1. Emotional Prisoner
2. Role Model
3. I-Spy... (No Stranger To Danger)
4. Settle The Score
5. Brown Eyed Girl
6. The Real Terrorist
7. Black And Proud
8. Ku Klux Klan
9. House Of Love
10. Blame On Me
11. Black Enough?
12. Peace Party
13. Spiritualize It
14. KKK In The Jungle

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DI MELO (1975 )




Pouco conhecido no Brasil é um dos melhores albuns de soul-funk nacional. O disco é de 75, o unico dele. Pedrada

01 – Kilariô
02 – A vida em seus métodos diz calma
03 – Aceito tudo
04 – Conformópolis
05 – Má-lida
06 – Sementes
07 – Pernalonga
08 – Minha estrela
09 – Se o mundo acabasse em mel
10 – Alma gêmea
11 – João
12 – Indecisão

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Menahan Street Band & Charles Bradley


O groove do baixo, a interpretação manhosa do Charles Bradley e o canto especial dos metais do The Menahan Street Band. podem baixar que vale muito a pena.


01 - the world (is going up in flames)
02 - heartaches and pain


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04/04/2010

Entrevista com Robert Happé

Manifesto contra o Trabalho





"Há séculos está sendo pregado que o deus-trabalho precisaria ser adorado porque as necessidades não poderiam ser satisfeitas sozinhas, isto é, sem o suor da contribuição humana. E o fim de todo este empreendimento de trabalho seria a satisfação de necessidades. Se isto fosse verdade, a crítica ao trabalho teria tanto sentido quanto a crítica da lei da gravidade. Pois, como uma "lei natural" efetivamente real pode entrar em crise ou desaparecer? Os oradores do campo de trabalho social - da socialite engolidora de caviar, neoliberal e maníaca por eficiência até o sindicalista barriga-de-chope - ficam em maus lençóis com a sua pseudo-natureza do trabalho. Afinal, como eles querem nos explicar que hoje três quartos da humanidade estejam afundando no estado de calamidade e miséria somente porque o sistema social de trabalho não precisa mais de seu trabalho?"

02/04/2010

George Orwell







"A massa mantém a marca. A marca mantém a midia. A midia controla a massa."