21/06/2009
The Revolutionaries - Dread At The Controls Dub (1978)
Aqueles que gostam de um reggae no "estilo tradicional", com ênfase na percussão e baixo com a montagem de entrada e saída de outros instrumentos e vozes, em vez de um excesso de dependência dos efeitos sonoros, vai gostar desse album .
Ele ilustra a ampla gama de instrumentos tipicamente encontrados em um gênero que muitas pessoas associam erradamente só com percussão e baixo[drum and bass]. Ela mostra a incrível gama de talentos musicais que poderiam ser encontradas na Jamaica no final da década de 70.
[Baixe essa Pedra]
01. Double Bubble
02. Michael Campbell Theme
03. The Meek Dub
04. Mixed Up Stuff
05. Bad Company
06. Dread At The Controls
07. Loving Sounds (Aka Official Credentials)
08. Hot Steppers
09. Midnight Clappers
10. Golden Locks
Postado por Caramujo às 15:53 1 comentários
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Hugh Mundell Featuring Lacksley Castell - Jah Fire

2 - Jah Fire
3 - Walk With Jah
4 - King Of Israel
5 - Million Miles
6 - My Woman Can
7 - You Over There
8 - Black Sheep
9 - Million Dub *
10 - King Pablo *
11 - Pablo In The Moonlight *
[Download]
Postado por Caramujo às 15:30 0 comentários
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Hugh Mundell - The Blessed Youth (1978-81)

2 - Oh How I Love H.I.M.
3 - Great Tribulation
4 - Blackman's Foundation
5 - Time Has Come
6 - Don't Stay Away
7 - Live In Love
8 - Time And Place
9 - Feeling Allright (Extended Version)
10 - Stop Them Jah (Extended)
11 - Short Man
12 - Can't Pop No Style
13 - Hey Mr Richman
14 - One Jah, One Aim, One Destiny
15 - Rastafari's Call
Postado por Caramujo às 15:05 0 comentários
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Multidões inteligentes e transformação do mundo
Dalton Martins, Hernani Dimantas
(25/10/2007)
Ao preparar essa coluna, navegando através das redes, encontramos algo que permite ilustrar alguns dos conceitos que estamos construindo em conjunto e "presenciar" esse estar em rede. Antes de iniciarmos nossa conversa, vamos dar uma olhada nesse vídeo sobre redes sociais.
A sociedade sempre funcionou em rede. Aliás, sociedade e rede são conceitos indissociáveis. Os seres humanos vêm se organizando em redes colaborativas desde o começo dos tempos. Há muito que tal tipo de organização permite que sejamos capazes de transformar o mundo ao nosso redor, criando conhecimento e cultura de maneira coletiva. Não há sociedade, se não houver redes: de amigos, famílias, primos e primas. Conectados por um algum fator que combina os anseios, interesses e desejos das pessoas. Redes não são novidades.
A era industrial, sob o domínio da comunicação de massas, deixou a rede escondida. Em segundo plano. Mas, a internet tem nos levado a reviver a idéia. O sistema torna-se mais abrangente. As redes de amigos cresceram. Hoje em dia, com o advento e popularização da Internet, novas redes colaborativas, voltadas para a produção criativa, têm surgido com incrível velocidade, criando bens coletivos de valor inestimável.
A rede dos hackers, um dos exemplos mais evidentes, produz, todos os dias, inovações técnológicas que prometem revolucionar a economia dominante do mercado de software. São os chamados softwares livres, que podem ser instalados gratuitamente no seu computador, permitindo que você realize uma gama enorme de atividades, desde conectar a sua câmera digital até editar e mixar uma música. Mas o mais importante é que estes softwares são bens criativos compartilhados nessas redes, que podem ser estudados e melhorados por todos.
A produção coletiva e descentralizada de bens criativos não se aplica somente ao software. Já começam a aparecer reflexos dessa nova forma de produção em diversas áreas do conhecimento. Um ótimo exemplo é a WikiPedia, uma enciclopédia construída coletivamente na web. O software livre é o caso mais conhecido e mais impactante de uma nova dinâmica que demonstra a produção de conhecimento livre como alternativa economicamente viável e sustentável.
Poder e saber são antagônicos. Saber exige liberdade, e despreza a autoridade sobre outros
Pretendemos discutir o surgimento das novas redes, o papel da internet e da tecnologia digital como catalisadores de multiplicação, e os impactos sociais, culturais e econômicos deste novo meio de produção criativa. Poder e saber têm significados antagônicos. Entretanto, a sutileza do destino aproximou conceitos tão dispares. Precisamos contextualizar essa dicotomia e pensar no fato de que ainda não começamos a pensar. Pois a equação poder e saber está desbalanceada numa entropia negativa. O saber só existe quando está livre para voar. O conhecimento livre pressupõe o desatrelamento do poder.
No entanto, a idéia de redes do conhecimento está sendo aplicada de forma esquemática nos projetos de inclusão digital. A tirania do conhecimento formal vem avassalar a periferia. Pois estamos falando de formas diferentes de conhecimento. O que é bom para o centro pode ser descartável para a periferia. E vice versa. As redes do conhecimento acadêmico não fazem sentido, porque não aglutinam as pessoas aos interesses comuns.
A rede indica um futuro libertador. A web só faz sentido quando um se preocupa com o outro. Numa circulação generalizada e libertadora de fluxos de informações e das ondas econômicas. A web é um mundo que nós criamos para todos nós. Só pode ser compreendido dentro de uma teia de idéias que inclua os pensamentos que fundamentam a nossa cultura, com o espírito humano persistindo em todos os nós. Tal compromisso entre humanos, tal generosidade altruísta não está desenvolvida no centro.
Muito mais que conhecimento formal, as redes articulam convívio, solidariedade, mobilização
Esse conhecimento está impregnado nos mutirões. No efeito puxadinho colaborativo. É só chegar para ajudar o ser humano ser mais feliz. Uma mobilização que vai além da boa ação. É cotidiana e despretensiosa.
Howard Rheingold, autor do livro ’Smart Mobs’ diz que o potencial transformador mais profundo de conectar as inclinações humano-sociais à eficiência de tecnologias da informação é a possibilidade de fazer coisas novas juntamente, o potencial para cooperar numa escala e de maneiras nunca antes possíveis. E mais: multidões inteligentes (smart mobs) emergem quando a comunicação e as tecnologias da computação amplificam o talento humano para cooperação.
As redes da mobilização englobam a rede do conhecimento. São mais factíveis, reais, e com resultados rápidos. A sociedade civil se organiza, compra, vende, troca, aprende e ensina mobilizando as bases para o interesse comum. Desenvolver a comunidade, criar filhos, conviver com amigos, trabalhar e tentar ser feliz. Dizemos que estar em rede não há mais necessidade de operar a mudança social, ela se faz permanente.
Postado por Caramujo às 14:29 0 comentários
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13/06/2009
Led Zeppelin - I [1969]

Primeiro álbum do led.... Imperdivel
1.Good times bad times
2.Babe i'm gonna leave you
3.You shook me
4.Dazed and confused
5.Your time is gonna come
6.Black mountain side
7.Communication breakdown
8.I can't quit you baby
9.How many more times
Postado por Caramujo às 09:00 0 comentários
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São Paulo Underground - Sauna um Dois Três
2. Pombaral
3. The Realm of the Ripper
4. Olhossss?
5. Afrihouse
6. Black Liquor
7. Balão de Gás
8. Numa Grana
Morando no Brasil, Rob Mazurek montou uma “versão brasileira” do Chicago Underground. Com Maurício Takara (Hurtmold), nasceu o São Paulo Underground. Sauna: Um, Dois, Três é o primeiro disco da dupla, lançado por aqui pela Submarine Records. Nele, Rob Mazurek toca corneta, computador, eletrônica e piano e Maurício Takara fica com bateria, percussão,computador e sampler.
Diferentemente dos projetos do Chicago Underground, o disco é repleto de convidados. Desde os companheiros de Takara no Hurtmold, Fernando e Mario Cappi, Marcos Gerez, Rogério Martins e Guilherme Granado, até Marcos Axé, Fernando Catatau (Cidadão Instigado) e Tiago Mesquita, que lê/interpreta dois textos seus. Do lado gringo, Chad Taylor participa de forma oblíqua com um sample de bateria e o baixista de jazz de Chicago Josh Abrams.
Ouvindo o disco - e talvez por influência da arte da capa -, não consigo tirar da cabeça um paralelo com a arquitetura e o urbanismo caótico de São Paulo, com seus prédios feios, pichados, com suas ruas que não fluem. Comparado à clareza de outros discos do Chigago Underground, Sauna: Um, Dois, Três tem um som mais sujo, mais caótico e, de certo modo, mais visceral.
Já na primeira faixa, a cacofonia de vozes soterrada no mix sob efeitos eletrônicos pesados, que persiste até entrarem a bateria e a corneta mais livres, transmite uma sensação claustrofóbica só encontrada nas pinturas de Anselm Kiefer sobre a cidade de São Paulo.
Como o disco é todo construído sobre uma tensão espacial, a conjunção de efeitos eletrônicos atordoantes, a sobreposição de samples e texturas, a intercalação de ritmos mais jazzísticos com marcações do tempo quase mântricas formam um duplo com a cidade e seus contrastes.
Numa determinda hora se está imerso na beleza leve de “Olhossss...”, uma beleza que vai se deteriorando lentamente. Noutra se está ensimesmado, andando em círculos dentro de “The Realm of the Ripper”. Mais tarde, é sacudido por uma percussão afro em "Afrihouse", como que tropeçando numa macumba na esquina. Tudo termina nos escos de vozes de “Numa Grana”.
Percorrer esses caminhos e descobrir os cantos mais obscuros dos subterrâneos da cidade, contrapondo sua sujeira à sua beleza, é o desafio de Sauna: Um, Dois, Três. Um desafio que quem gosta de improvisação, de ouvir um jazz e de eletrônica que expande suas fronteiras até as mais inimagináveis periferias precisa encarar de frente.por Guilherme Werneck
Postado por Caramujo às 08:52 0 comentários
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30/05/2009
Desculpem a Moléstia
Segundo a revista Foreign Policy, a Somalia é o lugar mais perigoso do mundo. Mas quem são os piratas? Os mortos de fome que assaltam navios ou os especuladores de Wall Street, que há anos assaltam o mundo e agora recebem multimilionárias recompensas por suas atividades? Por que o mundo premia os que o saqueiam? Por que a justiça é cega de um único olho? Wal Mart, a empresa mais poderosa de todas, proíbe os sindicatos. McDonald’s, também. Por que estas empresa violam, com delinqüente impunidade, a lei internacional? O artigo é de Eduardo Galeano
Eduardo Galeano
Quero compartilhar com vocês algumas perguntas, moscas que zumbem na minha cabeça:
O sapatista do Iraque, o que jogou os sapatos contra Bush, foi condenado a três anos de prisão. Não merecia, na verdade, uma condecoração?
Quem é o terrorista? O sapatista ou o sapateado? Não é culpado de terrorismo o serial killer que, mentindo, inventou a guerra do Iraque, assassinou a um montão de gente, legalizou a tortura e mandou aplicá-la?
São culpados os habitantes de Atenco, no México, ou os indígenas mapuches do Chile, ou os kekchies da Guatemala, ou os camponeses sem terra do Brasil, todos acusados de terrorismo por defenderem seu direito à terra? Se sagrada é a terra, mesmo se a lei não o diga, não são sagrados também os que a defendem?
Segundo a revista Foreign Policy, a Somália é o lugar mais perigoso do mundo. Mas quem são os piratas? Os mortos de fome que assaltam navios ou os especuladores de Wall Street, que há anos assaltam o mundo e agora recebem multimilionárias recompensas por suas atividades?
Porque o mundo premia os que o saqueiam?
Por que a justiça é cega de um único olho? Wal Mart, a empresa mais poderosa de todas, proíbe os sindicatos. McDonald’s, também. Por que estas empresa violam, com delinqüente impunidade, a lei internacional? Será que é por que no mundo do nosso tempo o trabalho vale menos do que o lixo e valem menos ainda os direitos dos trabalhadores?
Quem são os justos e quem são os injustos? Se a justiça internacional realmente existe, por que não julga nunca aos poderosos? Não são presos os autores dos mais ferozes massacres? Será que é porque são eles que têm as chaves das prisões?
Por que são intocáveis as cinco potências que tem direito de veto nas Nações Unidas? Esse direito tem origem divina? Velam pela paz os que fazem o negócio da guerra? É justo que a paz mundial esteja a cargo das cinco potências que são as cinco principais produtoras de armas? Sem desprezar os narcotraficantes, este também não é um caso de “crime organizado”?
Mas não demandam castigo contra os senhores do mundo os clamores dos que exigem, em todos os lugares, a pena de morte. Só faltava isso. Os clamores clamam contra os assassinos que usam navalhas, não contra os que usam mísseis.
E a gente se pergunta: já que esses justiceiros estão tão loucos de vontade de matar, por que não exigem a pena de morte contra a injustiça social? É justo um mundo em que a cada minuto destina três milhões de dólares aos gastos militares, enquanto a cada minuto morrem quinze crianças por fome ou doença curável? Contra quem se arma, até os dentes, a chamada comunidade internacional? Contra a pobreza ou contra os pobres?
Por que os adeptos fervorosos da pena de morte não exigem a pena de morte contra os valores da sociedade de consumo, que cotidianamente atentam contra a segurança pública? Ou por acaso não convida ao crime o bombardeio de publicidade que aturde a milhões e milhões de jovens desempregados ou mal pagos, repetindo para eles dia e noite que ser é ter, ter um automóvel, ter sapatos de marca, ter, ter, e que, quem não tem, não é?
E por que não se implanta a pena de morte contra a pena de morte? O mundo está organizado a serviço da morte. Ou não fabrica a morte a industria militar, que devora a maior parte dos nossos recursos e boa parte das nossas energias? Os senhores do mundo só condenam a violência quando são outros os que a exercem. E este monopólio da violência se traduz em um fato inexplicável para os extraterrestres e também insuportável para os terrestres que ainda queremos, contra toda evidência, sobreviver: os humanos somos os únicos especializados no extermínio mútuo e desenvolvemos uma tecnologia da destruição que está aniquilando, de passagem, ao planeta e a todos os seus habitantes.
Esta tecnologia se alimenta do medo. É o medo que fabrica os inimigos que justificam o desperdício militar e policial. E em vias de implantar a pena de morte, que tal se condenamos à morte o medo? Não seria saudável acabar com essa ditadura universal dos assustadores profissionais? Os semeadores de pânico nos condenam à solidão, nos proíbem a solidariedade: salve-se quem puder, destruam-se uns aos outros, o próximo é sempre um perigo que se aproxima, olho, cuidado, esse cara vai te roubar, aquele vai te violar, este carrinho de nenê esconde bomba muçulmana e se essa mulher te olha, essa vizinha de aspecto inocente, certamente vai te contagiar com a gripe suína.
No mundo de cabeça para baixo, dão medo até os mais elementares atos de justiça e de bom senso. Quando o presidente Evo Morales começou a refundação da Bolívia, para que esse país de maioria indígena, deixasse de ter vergonha de olhar no espelho, provocou pânico. Este desafio era catastrófico do ponto de vista da ordem racista tradicional, que dizia que era a unida ordem possível. Evo era, trazia o caos e a violência e por sua culpa a unidade nacional ia explodir em pedaços. E quando o presidente equatoriano Rafael Correa anunciou que se negava a pagar as dívidas não legítimas, a noticia produziu terror no mundo financeiro e o Equador foi ameaçado com terríveis castigos, por estar dando um tão mau exemplo. Se as ditaduras militares e os políticos ladrões foram sempre mimados pelos bancos internacionais, não nos acostumamos já a aceitar como fatalidade do destino que o povo pague o garrote que o golpeia e a cobiça que o saqueia?
Mas será que se divorciaram para sempre o bom senso e a justiça? Não nasceram para andar juntos, bem pegadinhos, o bom senso e a justiça?
Não é de bom senso, e também de justiça, esse lema das feministas que dizem que se nós, os machos, ficássemos grávidos, o aborto seria livre? Por que não se legaliza o direito ao aborto? Será por que então deixaria de ser o privilegio das mulheres que podem pagá-lo e dos médicos que podem cobrá-lo?
O mesmo acontece com outro escandaloso caso de negação da justiça e do bom senso: por que não se legalizam as drogas? Por acaso não se trata, como no caso do aborto, uma questão de saúde publica? E o país que tem mais drogados, que autoridade moral tem, que autoridade moral tem para condenar os que abastecem sua demanda? E por que os grandes meios de comunicação, tão consagrados à guerra contra o flagelo da droga, não dizem nunca que provém do Afeganistão quase toda a heroína que se consome no mundo? Quem manda no Afeganistão? Não é esse um país ocupado militarmente pelo pais messiânico que se atribui a missão de salvar a todos nós?
Por que não se legalizam as drogas pura e simplesmente? Não será por que elas dão o melhor pretexto para as invasões militares, além de brindar os mais suculentos lucros aos bancos que de noite trabalham como lavanderias?
Agora o mundo está triste porque se vendem menos carros. Uma das conseqüências da crise mundial é a queda da próspera indústria automobilística. Se tivéssemos algum resto de bom senso e um pouquinho de sentido de justiça, não teríamos que celebrar essa boa noticia? Ou por acaso a diminuição de automóveis não é uma boa noticia, do ponto de vista da natureza, que estará um pouquinho menos envenenada e dos pedestres, que morrerão um pouco menos?
Segundo Lewis Carroll, a Rainha explicou a Alice como funciona a justiça no país das maravilhas:
- Ai você tem – disse a Rainha. Está presa cumprindo sua condenação, mas o processo só vai começar na segunda-feira. E, claro, o crime será cometido no final.
Em El Salvador, o arcebispo Oscar Arnulfo Romero comprovou que a justiça, como a serpente, só morde os descalços. Ele morreu baleado, por denunciar que no seu país os descalços nasciam condenados de antemão, pelo delito de nascimento.
O resultado das recentes eleições em El Salvador não é de alguma forma uma homenagem? Uma homenagem ao arcebispo Romero e aos milhares que como ele morreram lutando por uma justiça justa no reino da injustiça?
Às vezes acabam mal as historias da História, mas ela, a História, não acaba. Quando diz adeus, está dizendo até logo.
Tradução: Emir Sader
Postado por Caramujo às 06:23 0 comentários
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